sábado, 14 de março de 2009

Adaptação facultativa

Lamento muito amigos (e por mais que isso me custe), não hipoteco a minha identidade/valores por vocês.

S.B

terça-feira, 10 de março de 2009

Necessidade Vs. Procura

Está perto de um ano este nascimento que simplesmente nasceu do acto necessitar. Serve para tudo, folha branca cibernética, estranhamente transparente e, assustadora; é uma janela para o mundo realmente e uma entrada sem saída para uma identidade. Em perspectiva, foi terapia, foi desejo de longa data, foi descarga mental, foi e ainda é...menos inactivo na verdade, às vezes menos dinâmico; em suma, espero eu, foi amadurecimento e é estranho olhar para trás. Foi o maior "allin" que eu me lembro de ter feito, foi um sentimento de imortalidade imensa (quase como tocar no Sol) e queda, mas alguma vez tinha de acontecer. E ficam memórias!

Dopamina

Depois de se avaliar um tempo, ou seja, uns meses, chega-se à derradeira conclusão. Era impossível, e se calhar sempre foi, não foi nada mais do que uma ilusão passageira ou um conformação! Sim, somos todos frágeis (big deal!).
Não sei o motivo, sinceramente não sei, só existem sinapses do género "há mais, pode-se estar melhor", o caos cerebral é constante mas a verdade é que está disfarçado pela estabilidade, e nem um caso nem o outro são, necessariamente maus.
Nunca sentiremos o pleno, são várias as metáforas, alegorias, textos e textos (até este!), só a poderemos ambicionar um dia, e tentar encontrá-la perto dos 100%.
Por um pequeno momento, houve um momento de amor-ódio com Sintra, custou mas foi; já não és uma criança e sacrificaste um sentimento que era sacrificável desde o início.
Para quando uma identidade para o stick boy, será que ele a perdeu, e qual a essência do seu nome, memória ou quê? (Submit your votes please!)
O teatro é terapêutico, anti-psico-neuro-lógico, e é necessário!

terça-feira, 3 de março de 2009

"Olho por Olho, e o mundo acabará cego."


Ghandi

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

É isso

Uma parte de nós ainda vive no passado! E se...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Excelência

Acho que o valor mais elevado que podemos alcançar é a excelência. Todos os dias este valor, que para mim, engloba os valores mais importantes, nos acompanha; respeito, amizade, lealdade, etc, a lista é enorme. É também um valor cada vez mais raro; cada vez mais se pisa mais, cospe-se, empurra-se, insulta-se, vejam o metro de Lisboa, os comboios, metáforas, espelhos de valores, espelhos do vazio. Cada vez mais acho que as pessoas lentamente o perdem, sai-lhes com o cuspo, com o insulto com o empurrão. Primeiramente queremos ser um exemplo para as pessoas, e para nós? Não será melhor trabalhar em nós próprios para depois aí, sim, evoluir e partilhar ("dar é receber, partilhar e enriquecer-se (...)")? Já não percebo nada, em professores que supostamente nos deveriam incutir valores, só pensam em avaliar-nos e preocuparem-se com sei lá o quê! Não nos dão bases como futuros clínicos, estudem, estudem, estudem. É importante, sabemos, e o resto?
Em suma, temos de ser excelentes, não no sentido de pessoa perfeita; tentar alcançar isso, não passando por cima, não cuspindo, não insultando, mas esforçando-nos para um bem maior, o valor.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Metaforicamente falando...

...não se poder dar feijoada a um miúdo de 3 meses.