segunda-feira, 11 de maio de 2009

Humanos, E.

Quase a fazer um ano de várias memórias, do mais variado tipo e do mais variado género; incrivelmente surgem ainda imagens (físicas até!) desses momentos, genial! É como a derradeira droga, ou como o Hiro Nakamura (bem, não devo ter sido explícito das duas maneiras e, repare-se e peço perdão, que tive de ir ao dicionário para ver como se escrevia explícito, já não escrevo há muito e o português não está no auge...). O que mudou e o que está igual? Tudo e nada, e sinceramente nem vale a pena pensar nisso. Fica a memória que é o que nos move e nos alimenta e que ainda assim nos mantém juntos, mesmo com todas as vicissitudes inerentes a novas vidas, novos momentos, novas pessoas, novos (dis)cursos, etc, etc. Foi uma boa altura, algo nos movia em prol de outro algo e atingimo-lo, e surpreendentemente, ficou lá; hoje todos se lembram do que fizemos e nós lembramo-nos do que passámos! Obrigado por me definirem e eu vos definir, em parte a vocês e por me mostrarem e me darem tudo o que se pode querer.

Um dos vossos
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