Qualquer pessoa tem expectativas, e daí advêm vontades e algo para ser riscado; por exemplo, eu tenho e expectativa que amanhã vai chover e escrevo "provavelmente, amanhã irá chover". São probabilidades, as expectativas são probabilidades. São as probabilidades que nos dizem que aquela determinada pessoa têm, na nossa cabeça, um destino de atitudes traçadas, um destino matemático; juntar destino e probabilidades é quase como juntar filosofia e matemática. As probabilidades são o filho bastardo da matemática, não gosto, no entanto definem. A vaca fria é esta: vale a pena probabilizarmos uma pessoa? A experiência de agora é de "casas", tão depressa avançam 5, como descem 6, ficando a -1 do inicial. O investimento está lá, o tempo aplicado está lá, mas ninguém gosta de não ser correspondido e da negação. Começo a achar que perdi o "jeito", que não posso probabilizar, ou que o círculo está completo e não há espaço para a integração... já não sei o que acho.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
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2 comentários:
Acreditas que passei a noite a pensar neste assunto? Que estranho! enfim, eu acho que o nosso problema, vá de toda a gente, é criar demasiadas expectativas. Moldamos a realidade consoante aquilo que esperamos, o problema lá está, é que a realidade nem sempre é o que queremos ou imaginamos ser. Ás vezes, para não dizer sempre, a realidade é a brutal assassina da expectativa. Sabendo isto... porquê que continuamos a criar estas expectativas surreais? Eu prefiro acreditar que é por continuarmos a ser sonhadores mesmo na adversidade. Vamos deixar as probabilidades para a matemática rapaz. *
Já tinha saudades de ler estes textos teus :)
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