domingo, 31 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
Estou sempre a cantar isto:
Vermelho
Sangue derramado
Enterro
Corpo não cremado
Magnifico material inútil
Faz-me querer tornar-me num fóssil
A atrapalhar
P'ra compensar
E me habituar
A sufocar
Adormece comigo para sempre
Deixa-me entrar no teu sonho para sempre
Depois de morto
Serei prudente
Machado para cortar o tronco
Safado é permanecer manco
Coxo que é coxo não cede à morte
Lança sobre a cruz toda a sua sorte
A lamentar
P'ra disfarçar
E me ensinar
A chorar
Adormece comigo para sempre
Deixa-me entrar no teu sonho para sempre
Depois de morto
Serei prudente
Adormece comigo para sempre
Deixa-me entrar no teu sonho para sempre
Depois de morto serei prudente
Deixa-me entrar no teu sonho para sempre
Depois de morto serei prudente
Vermelho
Sangue derramado
Enterro
Corpo não cremado
Magnifico material inútil
Faz-me querer tornar-me num fóssil
A atrapalhar
P'ra compensar
E me habituar
A sufocar
Adormece comigo para sempre
Deixa-me entrar no teu sonho para sempre
Depois de morto
Serei prudente
Machado para cortar o tronco
Safado é permanecer manco
Coxo que é coxo não cede à morte
Lança sobre a cruz toda a sua sorte
A lamentar
P'ra disfarçar
E me ensinar
A chorar
Adormece comigo para sempre
Deixa-me entrar no teu sonho para sempre
Depois de morto
Serei prudente
Adormece comigo para sempre
Deixa-me entrar no teu sonho para sempre
Depois de morto serei prudente
Deixa-me entrar no teu sonho para sempre
Depois de morto serei prudente
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Dar é receber
Provavelmente o post mais sincero! Provavelmente o que vai soar pior; vamos a isso. Nestas últimas semanas aconteceu tudo, desmotivações, desamores, etc. Pela primeira vez soube o que é entrar em rotura descontrolada e passar dias a dizer: "não consigo, não consigo!"; quando vemos outros casos, pensamos, "porque é que ele/a não acaba com aquilo tudo? tem esse poder...". Realmente nunca pensamos é que as pessoas têm as suas limitações e fragilidades (os nossos pontos fracos). Entrei a rotura, adquiri alguém que não era adquirível e que agora parte! Faz tudo parte, por mais que nós pensemos que há algum destino que nos une; por vezes e, exista ou não esse destino, tem várias maneiras de se mostrar (we are karma's bitchies!); a verdade é que não vou estar ansiosamente, exista ou não, à espera! Depois de várias tentativas, o dado adquirido pode parte, sabendo tudo o que que há para saber sobre a relação eu-dado, e com uma parte do eu e eu com uma parte do dado. A verdade é que vamos seguir e isso faz parte.
Manaças
Manaças
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Humanos, E.
Quase a fazer um ano de várias memórias, do mais variado tipo e do mais variado género; incrivelmente surgem ainda imagens (físicas até!) desses momentos, genial! É como a derradeira droga, ou como o Hiro Nakamura (bem, não devo ter sido explícito das duas maneiras e, repare-se e peço perdão, que tive de ir ao dicionário para ver como se escrevia explícito, já não escrevo há muito e o português não está no auge...). O que mudou e o que está igual? Tudo e nada, e sinceramente nem vale a pena pensar nisso. Fica a memória que é o que nos move e nos alimenta e que ainda assim nos mantém juntos, mesmo com todas as vicissitudes inerentes a novas vidas, novos momentos, novas pessoas, novos (dis)cursos, etc, etc. Foi uma boa altura, algo nos movia em prol de outro algo e atingimo-lo, e surpreendentemente, ficou lá; hoje todos se lembram do que fizemos e nós lembramo-nos do que passámos! Obrigado por me definirem e eu vos definir, em parte a vocês e por me mostrarem e me darem tudo o que se pode querer.
Um dos vossos
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terça-feira, 5 de maio de 2009
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